7.1 Introdução
“A mente permanece na base de todos os
fenômenos mediúnicos”.
“Em
mediunidade não podemos olvidar o problema da sintonia”.
“No
socorro espiritual, os benfeitores e amigos das esferas superiores, tanto
quanto os companheiros encarnados, quais o diretor da reunião e seus assessores
que manejam o verbo educativo, funcionam lembrando autoridades competentes no
trabalho curativo, mas o médium é o enfermo convidado a controlar o doente,
quanto lhe seja possível, impedindo, a este último, manifestações tumultuárias
e palavras obscenas”.
7.2 Processo mental
Para
que um Espírito se comunique é mister se estabeleça a sintonia da mente encarnada
com a desencarnada.
Esse
mecanismo das comunicações espíritas, mecanismo básico que se desdobra,
todavia, em nuanças infinitas, de acordo com o tipo de mediunidade, estado
psíquico dos agentes - ativo e passivo - valores espirituais, etc.
Sintonizando
o comunicante com o medianeiro, o pensamento do primeiro se exterioriza através
do campo físico do segundo, em forma de mensagem grafada ou audível.
Na
incorporação (psicofonia), o médium “cede” as estruturas necessárias do corpo ao comunicante, mas, de acordo com os seus
próprios recursos, pode comandar a comunicação, fiscalizando os pensamentos,
disciplinando os gestos e controlando o vocabulário do Espírito.
O
pensamento do Espírito, antes de chegar ao cérebro físico do médium, passa pelo
cérebro perispirítico, resultando disso a propriedade que tem o medianeiro, em
tese, de fazer ou não fazer o que entidade pretende.
Autora: Vólia Loureiro do Amaral Lima
(continua na próxima postagem)
(continua na próxima postagem)
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